Repolho doce com costeleta de porco aromática assada

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A primeira vez que fiz este prato de repolho com costeleta, esqueci de tirar o papel alumínio da carne no final e ficou meio sem graça, sem crosta, mas mesmo assim foi devorado sem discussão. Desde então, quando vou fazer, coloco o relógio para ter certeza de que não vou esquecer novamente. Faço isso muitas vezes porque aqui em casa todo mundo come repolho doce, ninguém faz frescura, nem quando cai uma folha maior e precisa se virar para mastigar. E se na cozinha cheira a repolho com carne, aparece rapidamente qualquer um, mesmo sem ser convidado, para "ver o que você fez". Então, serve tanto para convidados quanto para a família, e pode ser servido frio se necessário. Além disso, pelo menos uma vez por mês eu pego um repolho enorme, por isso não perco a oportunidade.

Esse é o tipo de comida que não precisa de balança, mas para não virar uma bagunça, vou te dar algumas orientações: leva cerca de uma hora e meia, incluindo lavar e cortar (repolho e carne, não apenas um), rendendo 4 porções normais (ou seja, o suficiente para ninguém olhar torto para o vizinho de mesa), não é difícil, mas você precisa ter disposição para picar e supervisionar um pouco, não pode deixar cozinhar sozinho.

Faço isso com tanta frequência porque não exige nada complicado, não preciso correr atrás de temperos estranhos, e os ingredientes estão todos no supermercado. Além disso, o repolho fresco está sempre disponível, assim como a carne, então não há desculpa. Quando tenho convidados, sempre chego a isso, porque é difícil errar se você seguir duas ou três coisas simples: não queimar a cebola, não deixar a carne cozinhar na água e não esquecer do sal no repolho, pois fica sem sabor sem ele. Outro motivo: no dia seguinte fica ainda melhor, o que não posso dizer sobre muitas coisas feitas às pressas.

1. Começo com o repolho, que leva mais tempo para picar. Retiro as folhas feias, lavo bem (não sei, mas parece que pega toda a poeira do mercado), corto ao meio, depois em quartos e fatias, e por último começo a picar o mais fino que consigo. Não fico medindo, mas não deixo tiras do tamanho da palma da mão, pois não cozinham todas da mesma forma.

2. Passo para a cebola. Descasco, lavo e pico. Quão pequena? O suficiente para não encontrar pedaços grandes no prato, mas não precisa se estressar muito. Coloco na panela grande cerca de metade do óleo, em fogo médio. Quando esquenta (não deve chiar como batata, mas você "sente" que está quente), jogo a cebola e começo a mexer. Deixo até ficar dourada, não marrom, porque se queimar, pronto, você acaba com um gosto amargo e não adianta mais nada. Enquanto isso, se não quiser chorar, ligo rapidamente o exaustor.

3. Coloco o repolho picado sobre a cebola, mexo algumas vezes para se misturar com o óleo e a cebola. Não coloco tudo de uma vez se não couber, despejo aos poucos. Sal agora, para que a água saia do repolho, e coloco cerca de 200 ml de água. Não mais, senão vira sopa, não ensopado. Cubro e deixo cozinhar por cerca de meia hora, em fogo médio, mexendo de vez em quando para não grudar.

4. Enquanto o repolho cozinha, pego as costeletas – lavo, seco com papel para não respingar tudo, coloco sal, pimenta se tiver vontade, orégano sempre (não muito, senão "perfuma" tudo, especialmente se não agradar a todos). Unto a assadeira com o restante do óleo, coloco as peças de carne lado a lado, não empilhadas, para não ferver. Despejo cerca de 250 ml de água, cubro com papel alumínio e coloco no forno pré-aquecido (170-180 graus) por cerca de 30 minutos.

5. Quando o repolho estiver quase pronto (ou seja, reduzido e macio ao provar), coloco o extrato de tomate (duas colheres cheias) e endro picado – eu coloco um punhado generoso, mas nem todo mundo é fã. Gengibre ralado – bem pouco, só para dar sabor, não para sentir que está mordendo um chá. Misturo, deixo mais 10 minutos, sem tampa, para apurar.

6. Retiro a carne após 30-40 minutos, verifico com um garfo – se sair facilmente, está boa, se não, deixo mais um pouco e acrescento um pouco de água. Por último, tiro o papel alumínio, aumento um pouco o fogo ou coloco na grelha por 10 minutos para dourar. Isso faz diferença, caso contrário a costeleta sai com gosto de dieta, sem sabor.

7. Servir a costeleta sobre uma cama de repolho ou o repolho ao lado da carne depende do gosto e de quantas pessoas estão à mesa. Às vezes coloco tudo em uma tigela grande e cada um se serve. Caso contrário, coloco no prato, costeleta ao lado do repolho, um pouco de endro fresco por cima e pronto.

Um bom conselho: não coloque muita água na carne e não sobrecarregue a assadeira, senão fica ensopado. E não corte o repolho do tamanho da palma, pois você vai ter dificuldade para mastigar. Se você gosta de um toque azedo, pode colocar um pouco de vinagre ou suco de limão no final, mas não é obrigatório. Eu fiz uma vez com coxas de frango quando não tinha carne de porco, funciona, mas não tem o mesmo sabor. Você pode servir com polenta, mas não é obrigatório, também vai bem com pão fresco.

Se você quiser fazer tudo de uma forma mais moderna, pode colocar a carne em uma grelha antes do forno, para pegar uma crosta, e depois levá-la ao forno. Ou tentar dourar o repolho no final, sem tampa, para que fique levemente tostado no fundo, apenas para não queimar. Para a bebida, aqui em casa serve bem com um vinho branco seco ou demi-seco, mas quem quer algo mais leve bebe uma cerveja clara. Para um menu completo, muitas vezes coloco ao lado uma salada simples (tomate, pepino, o que tiver na geladeira) e está feito.

Como variações, você pode trocar a carne de porco por frango, fica mais leve, mas precisa reduzir o tempo no forno. Testei também com linguiça, você frita um pouco antes e coloca no final sobre o repolho, dá um bom sabor e enche a casa de aroma. Se você não tiver extrato de tomate ou não quiser usar, pode usar tomates frescos picados, mas coloque mais cedo, para que tenham tempo de cozinhar. Quem não suporta endro pode deixar de lado ou usar salsinha. Além disso, você pode adicionar cenoura ralada, para um toque adocicado, ou pimentão, que dá cor e sabor, mas não é obrigatório.

Combina melhor com polenta quente, para que você possa pegar as duas com a colher. Mas quando não estou com vontade, pego pão caseiro, se tiver. Também vai bem com salada de verão, especialmente se você fizer repolho no almoço e estiver quente lá fora. Quem é mais guloso pode colocar uma colher de creme de leite ao lado.

Perguntas que recebi ou vi em outros:

– Pode fazer com repolho azedo? Sim, mas então não coloque sal, exceto na carne, e adicione o extrato de tomate apenas no final, senão fica muito ácido.

– Se não tiver gengibre, o que colocar? Não é obrigatório, você pode omitir. Ou, se quiser algo diferente, pode tentar um pouco de noz-moscada, mas não exagere.

– É ok colocar coxas desossadas em vez de costeleta? Sim, apenas reduza o tempo no forno, pois as coxas cozinham mais rápido e podem secar se você deixar muito tempo.

– Pode fazer vegano? Sim, sem carne, talvez adicione cogumelos fatiados grandes e coloque mais legumes, mas não será tão substancioso.

– Posso cozinhar o repolho na slow cooker? Sim, mas não vai pegar aquele leve dourado da panela, mas se você quiser evitar ficar de olho nele, funciona.

– Como fazer para não ficar muito gorduroso? Use menos óleo, e na carne corte a gordura visível antes de cozinhar. Ou escolha carne magra, claro. Já testei assim, fica ok, mas não tão "cheio" de sabor.

Valores nutricionais, apenas para referência, pois não calculo com a caneta na mão: Uma porção tem cerca de 350-400 calorias, dependendo de quanto óleo e carne você colocar. A carne de porco da costeleta é bastante magra, não é bem como todos dizem que você fica cheio de gordura. O repolho tem fibras e vitaminas em abundância, a cebola e o extrato de tomate trazem sabor e alguns minerais, e se você não exagerar no óleo, não é uma comida pesada. Cerca de 25 g de proteínas por porção, 15-20 g de gorduras, 15-20 g de carboidratos (me refiro ao repolho e carne, sem pão ou polenta). É substanciosa, mas não te derruba no chão, serve até para o jantar, mesmo que você fique um pouco mais leve no estômago.

Conserva bem na geladeira, mesmo por 2-3 dias sem problemas, em um recipiente fechado. Geralmente a aqueço em fogo baixo no fogão, com um pouco de água se secar, ou no micro-ondas, mas então cubro para não respingar nas paredes. A carne fica boa no dia seguinte, mas não deve ser deixada muito tempo fora depois de esfriar. O repolho reaquecido é ainda melhor, assim dizem aqui em casa. Se sobrar muita carne, você pode usá-la em um sanduíche com repolho aquecido.

Ingredientes – e para que cada um ajuda:

Repolho doce (2 cabeças médias, cerca de 1,5-2 kg no total): base, fibras, dá volume e sabor, mantém tudo junto

Cebola (2 grandes): traz dulçor e aroma, sem ela o repolho fica triste

Óleo (150 ml no total, metade para o repolho, metade para a carne): frita, extrai os sabores, não exagere, pois não é salada

Extrato de tomate (2 colheres): para cor e um pouco de acidez

Endro (um maço ou punhado picado): aroma específico, não coloque se não gostar

Gengibre (um dedo pequeno, ralado): traz um toque de frescor, não é obrigatório, mas eu costumo colocar

Sal: evidentemente, realça o sabor

Costeleta de porco (4 peças, cerca de 150-200 g cada): proteína principal, não deve ter muita gordura

Orégano: tempera a carne, dá um sabor especial, não coloque demais

Água (cerca de 500 ml no total): para não queimar e cozinhar tudo que precisa, mas você não quer que tenha caldo no final.

 Ingredientes: 2 versos, 2 cebolas, gengibre, endro, 2 colheres de sopa de caldo, sal, 150 ml de óleo, sal, 4 pedaços de costeleta de porco, orégano, 150 ml de óleo de girassol, 500 ml de água

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